2 de abril de 2012

Ossanhe

Saudação:
Tamboreiro - Ajúbà Òsanyìn wè omioro, Òsanyìn aibi, èwé lhe màá, Òsanyìn oogun nem’ke bomi Ewé ou! (Respeitamos Ossanhe que banha com água medicinal, Ossanhe que não tem filhos, erva que se estende para fora como a água, Ossanhe pratica medicina no alto. Oh as folhas!)
Responder - Èwé ou! (Oh as folhas!)

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T - Nú a jà kún a bá omi (Nos ampara que nos esforçamos, enche que nós encontramos água)
R - Nú àjé wá, nú áseni (Que se perca o feitiço ao vir, que se perca o inimigo desconhecido)
T - Á sun e l’iná Bàbá omo sun e l’iná Bàbá (Venha queimar senhor, use o fogo pai, o filho suplica ao senhor que use o fogo, pai)
R - Á sun e l’iná Bàbá omo sun e l’iná Bàbá (Deve queimar senhor, use o fogo pai, o filho suplica ao senhor que use o fogo, pai)
T - Òsanyìn dêem imó ré (Ossanhe crie o conhecimento aumentando-o)
R - Ao ri ou màá eu erúnmalè ao ri ou (Nós sempre que o vemos festejamos, espírito de luz)
T - A tinrin tin tin (Sorrimos com desprezo assim, assim)
R - Ao ri ou màá yò erúnmalè ao ri ou (Nós sempre que o vemos festejamos, espírito de luz)
T - Òsanyìn bá ìsòro èrò màá yò, Òsanyìn bá ìsòro èrò màá yò (Ossanhe deixe para trás o problema com uma solução que sempre festejarei)
R - Òsanyìn bá ìsòro èrò màá yò, Òsanyìn bá ìsòro èrò màá yò (Ossanhe deixe para trás o problema com uma solução que sempre festejarei)
T - Ou yà, wá ga lè yò (Te manifeste e venha exaltado festejar)
R - Ou yà, wá ga lè yò erù fè (Te manifeste e venha exaltado festejar, carrega e trabalha)
T - Ao ga lè yò ao ga lè yò ao ga lè yò erù fè àga lè yò erù fè Òsanyìn dê màá’ rù ke fè (Nos exaltamos e podemos festejar, carregamos e trabalhamos. Ossanhe chega, sempre carrega, corta e trabalha)
R - Ao ga lè yò ao ga lè yò ao ga lè yò erù fè àga lè yò erù fè Òsanyìn dê màá’ rù ke fè (Nos exaltamos e podemos festejar, carregamos e trabalhamos. Ossanhe chega, carrega, corta e trabalha)
T- Ori móko! (A cabeça prevalece)
R - Bá mò kéré ké (Encontre-a, reconhece-a com um pequeno corte)
T - Ori koko (A cabeça firme)
R - Bá mò kéré ké (Encontre-a, reconhece-a com um pequeno corte)
T - Èrò meu sèrò èrò (Me cure, faz um remédio, um remédio)
R - Èrò meu sèrò èrò èrò (Me cure, faz um remédio, um remédio)
T - Ire abá bá omo (Que o filho encontre boa sorte no caminho)
R - Ire abá bá omo ire (Que o filho encontre boa sorte no caminho, boa sorte)
T - Òsanyìn s’èkó sei ré’kó (Ossanhe age e faz teu o ensino)
R - Sei ré’kó sei ré’kó s’èkó (Faz teu o ensino, age ensinando)
T - Èlò wá’ pè’ kó sun arun (Entidade de cura vem ó chamado, ensina a curar a enfermidade)
R - Èlò wá’ pè’ kó sun aro’ seu (Entidade de cura vem ó chamado, ensina a curar a tristeza)
T - Lànà’ rukè lànà’ rukè ewé òbe nf’ara bo (Abra o caminho com o rabo de cavalo, as ervas e a faca. Usando o corpo, entre)
R - Lànà’ rukè lànà’ rukè ewé òbe nf’ara bo (Abra o caminho com o instrumento de rabo de cavalo, as ervas e a faca. Usando o corpo, entre)
T - Èkó fá èkó fá (Ensine tomando-me seu tempo)
R - Èkó fá èkó fá (Ensine tomando-me seu tempo)
T - Dê mã’ruke fè mã ‘rukè fè (Chegue sempre trabalhando com o instrumento de rabo de cavalo)
R - Òsanyìn dê mã’ruke fè (Ossanhe chegue sempre trabalhando com o instrumento de rabo de cavalo)
T - Èlò wá pè kó l’arun dê (Entidade de cura vem ó chamado, ensina a afastar a enfermidade, chega)
R - Èlò wá pè kó yára (Entidade de cura vem ó chamado, ensina rápido)
T - Èlò wá pè kó sei’ sei meu (Entidade de cura vem ó chamado, ensina, faz meu trabalho)
R - Èlò wá pè kó yára (Entidade de cura vem ó chamado, ensina rápido)
T - Òsanyìn nú àjé ki nú àjé ki baba ló odò kún (Ossanhe limpe a bruxaria empurrando-a, limpe a bruxaria empurrando-a, pai. Jogue-a no grande rio)
R - Òsanyìn nú àjé ki nú àjé ki baba ló odò kún (Ossanhe limpe a bruxaria empurrando-a, limpe a bruxaria empurrando-a, pai. Jogue-a no grande rio)
T - Òsanyìn rá wá meu àdé sei sei minha’ ré só só (Ossanhe te manifeste, vem minha coroa, me faça bem e me protege)
R - Òsanyìn rá wá meu àdé sei sei minha’ ré só só (Ossanhe te manifeste, vem minha coroa, me faça bem e me protege)
T - Né! Olósanyìn má ku orò! (Sacerdote de Ossanhe, não falte espírito!)
R - Òsanyìn Òsanyìn sim! (Ossanhe existe!)
T - Òsanyìn sá ru’ wé, dà yí sá ru’wé, dà yí sá ru’wé, dà yí sá ru’wé (Ossanhe corre e leva as ervas, macere-as, transforme-as, corre e leva as ervas)
R - Òsanyìn sá ru’ wé, dà yí sá ru’wé, dà yí sá ru’wé, dà yí sá ru’wé (Ossanhe corre e leva as ervas, macere-as, transforme-as, corre e leva as ervas)
T - Oti oti dê wá Òsanyìn rà oti dê wá (Ossanhe deve buscar a bebida, pegue a bebida que vem procurá-lo)
R - Oti oti dê wá Òsanyìn rà oti dê wá, oti oti dê wá (Ossanhe deve buscar a bebida, pegue a bebida que vem procurá-lo, deve buscar a bebida)
T - Òsanyìn se ré bu wá Sàkpàtà ní se ré bu wá ou! (Ossanhe faz o bem, pesquisa profundamente, Xapanã tem que fazer o bem, pesquisa profundamente)
R - Ou yà ou yà b’odù Òsanyìn se ré bu wá (Te divida, te divida como os signos do Ifá, Ossanhe faz o bem e pesquisa profundamente)
T - Ou yà ou yà b’odù! (Te divida, te divida como os signos do Ifá!)
R - Òsanyìn se ré bu wá (Ossanhe faz o bem e pesquisa profundamente)
T - Òsanyìn èdè oogun làí-làí, èdè oogun làí-làí (Ossanhe é a linguagem da medicina do começo dos tempos)
R - Òsanyìn sá ru’ wé èdè oogun làí-làí (Ossanhe corre, leva as ervas, é a linguagem da medicina do começo dos tempos)
T - Sou èle sou èle! (Amarra com força)
R - Ásejù rá nà ré wá (Arrasta o excesso, propaga o bem, e vem)
T - Sou èle Òsanyìn g (Amarra com força Ossanhe e corta)
R - Ásejù rá nà ré wá (Arrasta o excesso, propaga o bem, e vem)
T - Sou sou ìtan jèfá (Nos amarre a uma história com uma experiência de boa sorte)
R - Ásejù rá nà ré wá sou ìtan jèfá, ásejù rá nà ré wá (Arrasta o excesso, propaga o bem, vem nos amarrar a uma historia com uma experiência de boa sorte)

Odé e Otim

Saudação:
Tamboreiro - Ajúbà Ode, Otìn, àwon odemata, ode kayode, Oude at’Otìn b’omi bò dê’lé. Òkì bámbò Ode! (Respeitamos Odé e Otim, caçadores de inimigos, caçadores que são nossa alegria, Odé e Otim como a água retornem e cheguem em casa. Acompanho sua chegada caçador, dando vivas!)
Responder - Òkì bámbò ke! (Acompanho sua chegada gritando!)

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T - Ousam pá èrè pé omo olurò èrè p ou (O instrumento de bênção de cauda de búfalo sem cabelos demora em dar benefício ao filho, senhor do remédio que beneficia, chamamos-lhe)
R - Ousam pá èrè pé omo olurò èrè p (O instrumento de bênção de cauda de búfalo sem cabelos demora em dar benefício ao filho, senhor do remédio que beneficia, chamamos-lhe, senhor do remédio, nós sempre chamamos o benefício)
T - Mim n’erò mim n’erò Ode mim n’erò mim n’erò Ode! (Eu tenho o remédio que é Odé, eu tenho o remédio que é Odé)
R - Vosan pá, mim n’erò mim n’erò Ode! (O instrumento de benção de cauda de búfalo não tem cabelos, eu tenho o remédio que é Odé)
T - Ode ou m’óta! (Odé você apanha os inimigos)
R - Otìn bò rò Ode (Otim deve solicitar a Odé)
T - Ode m’oulha, m’oulha Otìn bò rò (Otim deve solicitar a Odé que apanhe os inimigos)
R - Ode m’óta, Otìn bò rò (Otim deve solicitar a Odé que apanhe os inimigos)
T - Ode àjà kùnà pani ró, àjà kùnà pani ró àjà kùnà èdé m’Oude m’Otìn á ká rere ou, àjà kùnà pani ró! (Odé lutador que faz tremer, que domina e submete o búfalo que reconhece Odé e reconhece Otim [suas forças] recolhe o que é bom, lutador que domina e submete)
R - Àjà kùnà pani ró, àjà kùnà pani ró àjà kùnà, èdé m’Oude m’Otìn á ká rere ou, àjà kùnà pani ró! (Odé lutador que faz tremer, que domina e submete o búfalo que reconhece Odé e reconhece Otim recolhe o que é bom, lutador que domina e submete)
T - Èdé m’Ode m’Outìn á ká rere ou! (Oh! O búfalo reconhece Odé e Otim recolhendo o que é bom)
R - Àjà kùnà pani ró (Lutador que faz tremer, submete e domina)
T - Ode p meu láro (Odé me console)
R - Ode p meu láro (Odé me console)
T - Ode p meu láro sà f’oumode (Odé me console, aplica medicina, usa seu filho)
R - P meu láro sà f’oumode (Me console e aplica medicina usando seu filho)
T - Né! Ao ba Ode, ao ba Ode! (Nós respeitamos Odé)
R - Ara só só wá Ode (O corpo protege, vem Odé)
T - Sei ká relé sé ká relé wa? (Vamos para casa?)
R - Ayansé’ yansé ká relé! (Toma sua própria decisão sobre voltar para casa)
T - Diga là ire, là ire p, diga là ire, là ire p, diga là (Que do alto apareça a boa sorte, chama que apareça a bênção)
R - Aaa yé aaa yé! Diga là ire là ire p, diga là (Ah por favor! Que do alto apareça a boa sorte, chama)
T - Esun là esun lò aberikunlo a wè àwon (A erva tromba de elefante salva, usa a erva tromba de elefante e a erva espanta morto, nós nos banhamos com elas)
R - Esun là esun lò aberikunlo a wè àwon (A erva tromba de elefante salva, usa a erva tromba de elefante e a erva espanta morto, nós nos banhamos com elas)
T - Otìn yé aayé! (Otim por favor, vida!)
R - Yé aayé! (Por favor, vida!)
T - Otìn a koro! (Otim, nós vamos)
R - A koro ! (Nós vamos)
T - Otìn abesù! (Otim, segue pelo caminho o Exu)
R - A koro ! (Nós vamos)
T - Ode omo s’ite a dìde ou! (Odé, filho feito no bosque, nos pomos de pé)
R - Ode omo s’ite a dìde ou! (Odé, filho feito no bosque, nos pomos de pé)
T - Bere beni só dê, bere beni só dê, àká ká ou kún, ou kún f’meu erè, bré beni só dê (Começa a proteger de fora a colheita, me preencha e me premie, começa a proteger de fora)
R - Bere beni só dê, bere beni só dê, àká ká ou kún, ou kún f’meu erè, bré beni só dê (Começa a proteger de fora a colheita, me preencha e me premie, começa a proteger de fora)
T - Èrè akókè r’okè! (Nos eleve para as recompensas, nos eleve)
R - Òkè akokè r’okè òkè (Vamos, sobe para o topo, para cima)
T - Ode se màá laiya se’rúnmalè, Ode se màá laiya se’rúnmalè (Odé faz com que eu sempre tenha valentia, me faça um espírito de luz)
R - Òrorò ró kún dê, Oude se màá laiya se’rúnmalè (Te impulsione, te manifesta, chega, faz com que eu sempre tenha valentia, me faça um espírito de luz)
T - Olóògun béè wò (Dono de remédios para cuidar)
R - Olóògun béè wò (Dono de remédios para cuidar)
T - E e jí òwè (Você desperte a ajuda comunitária)
R - Á jí òwè (Deve despertar a ajuda comunitária)
T - Á jí òwè o (Deve despertar a ajuda comunitária e ir)
R - A jí òwè o ogun (Deve despertar a ajuda comunitária e ir à luta)
T - Ode pere meu Ode meu pere (Odé seja generoso comigo)
R - Oogun f’meu èrè (Me premie com a medicina)
T - Èrè bere ké tì (O prêmio como recompensa, corta e luta)
R - A ìró maa yó erúnmalè a rí ou (Nossos sons sempre fundem e lhe vemos espírito de luz)
T - Ode ire’yin Ode minha’ré wá yára wò yára òkè olóbe ìsé kári rè wò (Odé é sua bênção, Odé é minha benção, vem rápido, visita logo, no alto da montanha o dono da faca trabalha por tudo ao redor, aumenta a vigilância)
R - Ode ire’yin Ode minha’ré wá yára wò yára òkè olóbe ìsé kári rè wò (Odé é sua bênção, Odé é minha benção, vem rápido, visita logo, no alto da montanha o dono da faca trabalha por tudo ao redor, aumenta a vigilância)
T - Bá mó rà bá mo dê bá mó m’altar k’àjà ode (Encontra, rompe, repara, passa, constrói, chega, surpreende, rompe mas não o corpo, calcula a luta Odé)
R - Bá mò’ra bá’ mode bá mó m’altar k’àjà Oude (Encontra, reconhece o corpo, encontra ao filho, surpreende, rompe mas não o corpo, calcula a luta Odé)
T - Kò ní’ mode kò ní jà bi (Não tem filho, não tem que esforçar-se em nascer)
R - Otìn
T - E ní’ pópó okun e lè sem e lè sim okuta (Tem caminho e poder, você pode servir, pode viver na pedra)
R - E ní’ pópó okun e lè sem e lè sim okuta (Tem caminho e poder, você pode servir, pode viver na pedra)
T - Ode’ tìn bò rò ró’ tìn bò rò Ode m’oulha’ tìn bò rò (Odé e Otim retornem, solicitem passagem, Otim retorna e solicita a Odé que apanhe os inimigos)
R - Ode’ tìn bò rò ró’ tìn bò rò Ode m’oulha’ tìn bò rò (Odé e Otim retornem, solicitem passagem, Otim retorna e solicita a Odé que apanhe os inimigos)
T - Ou yà bere ké chá ou yà bere ke chá wá rà (Você separa, inclina-te, corta e expande, deve se redimir)
R - Ou yà gbogbo, ou yà bere ké chá ou yà bere ke chá wá rà, ou yà gbogbo (Você separa tudo, separa, inclina-te, corta, expande, vem se redimir, separa tudo)
T - Ode meu èrè (Odé é minha recompensa)
R - Ode eram wò! (Odé da carne cuide [que não falte])
T - Pere meu meu pere (Generoso comigo)
R - Ode eram wò! (Odé da carne cuide)

Xangô

Saudação:
Tamboreiro - Ajúbà Sàngó kámùka, Sàngó aganjú Ìbejì, Sàngó aganjú déyi ogodo, Sàngó Oubakòsó, olúfinná bàbá Aláàfin! Káwó kábíyèsí lè Oba Sàngó! (Respeitamos o Xangô, facão que corta e desaparece, Xangô que de seu trono está olhando os gêmeos sagrados, Xangô que 
de seu trono está olhando chegar forte como um bezerro, Xangô o rei que não se enforcou, senhor que usa o fogo, pai dono do palácio. Domina o mundo sua alteza, Rei Xangô!)
Responder - Kawó kábíyèsí lè! (Domina o mundo sua alteza!)

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T - Alárun dê Sàngó ká mù’k Bàbá ou bá rò’ fim là (Chega dono do céu Xangô, facão que corta e desaparece, pai você surpreende, edita as leis, aparece)
R - Alárun dê Sàngó ká mù’k Bàbá ou bá rò’ fim là (Chega dono do céu Xangô, facão que corta e desaparece, pai você surpreende, edita as leis, aparece)
T - Alárun dê! (Chega dono do céu)
R - Sàngó ká mù’k (Xangô, facão que corta e desparece)
T - Bàbá rò’ fim là (Pai você edita as leis e aparece)
R - Sàngó ká mù’k (Xangô, facão que corta e desparece)
T - Wólè wólè wólè kábíyèsílè àdé! (Baixamos o rosto, reverenciamos sua alteza e a coroa)
R - Wólè wólè wólè kábíyèsílè àdé! (Baixamos o rosto, reverenciamos sua alteza e a coroa)
T - L’òkè ! (Nas alturas)
R - Sá bu èlò (É instrumento que corre e corta [o raio])
T - Olúwa gun bàábo igbó elefà l’òrìsà, olúwa gun bàábo igbó elefà nú ebo (Nosso senhor sobe à árvore de grandes folhas no bosque sagrado, você que atrai o que tem Orixá, sobe à árvore do bosque, você que atrai a limpar as oferendas)
R - Olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà, olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà (Senhor que observa de tão alto, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá)
T - Olúghohún má bó igbo èle fà l’òrìsà, olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà (Julga o que viola a tradição, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá)
R - Olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà, Olú wò gùn má bó igboèle fà l’òrìsà (Senhor que observa de tão alto, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá)
T - Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori jéjé Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori Sàngó (Aganju me ensine também o caminho de cumprir a tradição de minha cabeça, a cumprir os juramentos, ensina me a cumprir a tradição de ter a cabeça do Xangô)
R - Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori jéjé Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori Sàngó (Aganju me ensine também o caminho de cumprir a tradição de minha cabeça, a cumprir os juramentos, ensina me a cumprir a tradição de ter a cabeça do Xangô)
T - Òdodo sim èmi r’emi Aganjú màá ní sé oulà, òdodo mò èrè meu Sàngó, Àgànjú màá ní sé olà (Justiça para mim Aganju, que sempre faça e tenha honra, que sempre saiba a verdade que me beneficia Xangô Aganju, que sempre faça e tenha honra)
R - Òdodo sim èmi r’emi Aganjú màá ní sé oulà, òdodo mò èrè meu Sàngó, Àgànjú màá ní sé olà (Justiça para mim Aganju, que sempre faça e tenha honra, que sempre saiba a verdade que me beneficia Xangô Aganju, que sempre faça e tenha honra)
T - Àgúnta ou! (Crave meus inimigos)
R - Màá nísé olá ! (Sempre tem trabalho e honra)
T - Ga màá aládé ou! (Oh elevado, sempre dono da coroa)
R - Lókun kerèrè! (Força de longe)
T - Ìbò moore! (Retorna engrandecido)
R - Kerèkè ìbò moore kerèkè! (De longe você retorna engrandecido)
T - Sorò sorò ou ní’godo (Para a festa anual espiritual de passagem tem tambor)
R - Sorò sorò ou ní’ Sàngó (Para a festa anual espiritual tem Xangô)
T - Akun bè’ rí (Adornado com contas sagradas roga pela cabeça)
R - Àrá akun bè’ rí àrá (Trovão com contas sagradas, roga pela cabeça, trovão)
T - Àgànjú ekùn èrè p (Aganju leão, te manifeste)
R - Àgànjú ekùn s’ara yà (Aganju leão, te manifeste no corpo)
T - S’ara yà ká fá’mode s’ara yà ká fá’mode wò! (No corpo te manifeste, recolhe e ampara o filho [noviço], cuida-o)
R - Ou yà’ ba dilé s’ara yà ká fá’mode! (Você que é rei da casa te manifeste no corpo, recolhe e ampara o filho)
T - Onípè nem Sàngó (Quem chama é Xangô)
R - Abá’ deu onípè ou yá bá’ deu (O pilão e o caminho estão chamando, você logo encontra o
pilão)
T - Ègé bò’ré wa Agodó sá là sá là sá ou! (Evita os empecilhos e traga nossa bênção espírito do tambor, corre, corre e nos salve)
R - Ègé bò’ré wa Agodó sá là sá là sá ou! (Evita os empecilhos e traga nossa bênção espírito do tambor, corre, corre e nos salve)
T - Kan’lù’lù, kan’lù’ lù dê (Chega o toque do tambor)
R - Ounà rèé ou kan’lù’lù dê (Esse é o caminho, que chegue o toque do tambor)
T - Aká ká tigbó Sàngó, àká ká bàbá na’ ré wa (Xangô é o que recolhe a colheita no monte, usa sua colheita para aumentar o fogo. Pai, use esse fogo para que aumentem nossos bens)
R - A yé ààyè ààyè, a yé ààyè ààyè! (Ah! Por favor, vida, vida)
T - K’ lú’ lú dê, a’ lú’ lú dê, è dè’ káàbò kábíyèsílè ayé, è dê káàbò kábíyèsílè ayé (Chega o que enche o povo, chega Xangô sua alteza real ao mundo, bem vindo sua alteza real ao mundo!)
R - K’ lú’ lú dê, a’ lú’ lú dê, è dè’ káàbò kábíyèsílè ayé, è dê káàbò kábíyèsílè ayé (Chega o que enche o povo, chega Xangô sua alteza real ao mundo, bem vindo sua alteza real ao mundo!)
T - Olokun dê ou! (Chega e nos preenche!)
R - Altar dê kún dê kún dê kaá! (Trovão, chega e preenche tudo, chega e preenche)
T - Ara kún dê! (Trovão chega e preenche)
R - Altar dê kún dê kún dê kaá! (Trovão, chega e preenche tudo, chega e preenche)
T - Sovo ibò yé! (Por favor retorna vodum Sovo)
R - Aiokò lái-lái sànbo ilúwe aiokò lái-lái? (Sem embarcação, o que passará na inundação? Deve nadar sem embarcação? O que acontecerá?)
T - Sovo ndé! (O vodum Sovo está chegando!)
R - Akágun alárun dê, ayé, aiyé, akágun alárun dê (Conquistador, dono do céu chegue ao mundo, à vida, conquistador, dono do céu, chegue)
T - Olókun dê! (Chega e nos preenche!)
R - Akágun alárun dê, ayé, aiyé, akágun alárun dê (Conquistador, dono do céu chegue ao mundo, à vida, conquistador, dono do céu, chegue)
T - Sovo báyi alárun dê, Sovo báyi alárun dê, bá yi alárun dê, Sovo bá yi alarun dê ou! (Sovo dono do céu, chega Sovo dono do céu, passa resistente e chega)
R - Sovo báyi alárun dê, Sovo báyi alárun dê, bá yi alárun dê, Sovo bá yi alarun dê ou! (Sovo dono do céu, chega Sovo dono do céu, passa resistente e chega)
T - Alubàtá ou! kábíyèsílè ndé ou! (Oh dono dos tambores batá! Oh! Sua alteza está chegando!)
R - Alubàtá ou! kábíyèsílè ndé ou! (Oh dono dos tambores batá! Oh! Sua alteza está chegando!)
T - Agodó màá iyo, agodó màá iyo àtéwó já Àgànjú màá eu àtéwó já òdodo màá iyo (O tambor sempre nos alegra, o tambor sempre nos alegra, estende as mãos abertas dando passo ao Aganju que aparece com sua palma estendida pesando a verdade e nos alegrando)
R - Agodó màá iyo, agodó màá iyo àtéwó já Àgànjú màá eu àtéwó já òdodo màá iyo (O tambor sempre nos alegra, o tambor sempre nos alegra, estende as mãos abertas dando passo ao Aganju que aparece com sua palma estendida pesando a verdade e nos alegrando)
T - Káwó kábíyèsílè omo sèré omo júbà (Sua alteza domina o mundo, filho da cabaça com contas, filho reconhecido)
R - Káwó kábíyèsílè omo sèré omo júbà (Sua alteza domina ao mundo, filho da cabaça com contas, filho reconhecido)
T - Nà àgò’rò ai àjà orò (Saudamos o espírito para que não haja luta com ele)
R - Àgò yé yé! (Por favor, com licença!)
T - Omo júbà! (Filho respeitoso!)
R - Lái lái mojúbà aiyé oumo júbà, lái lái oumo júbà aiyé (Eternamente eu respeito a vida, ao filho respeito sempre na vida)
T - Káwó! (Domina o mundo!)
R - Kábíyèsílè! (Sua alteza!)


**** Toque Alujá ****

T - Elìjó’ gòdó a k’àrá wó, a ní sé wó, a ní sei wó (Senhor da dança do tambor, nós recolhemos a queda do raio, temos que fazê-lo cair, devemos fazer com que caia)
R - Elìjó’ gòdó a k’ àrá wó, a ní sé wó, a ní sei wó (Senhor da dança do tambor, nós recolhemos a queda do raio, temos que fazê-lo cair, devemos fazer com que caia)
T - Adé wó wó! (Coroa cai, cai!)
R - A ní sei wó, a ní sei wó (Temos que fazer cair)
T - A ní sé wó lha pariwó! (Temos que fazer cair, lança um grito ensurdecedor [trovão])
R - A ní sei wó abà orò! (Temos que fazer cair uma porção do espírito)
T - Alojà (Dono do comércio)

Iansã

Saudação:
Tamboreiro - Ajúbà Oujá tigbówà, Oujá yànsán, Oujá bomi dê atì dará, nìre, kàlúlú Epa heyi ou! (Respeitamos a Oiá que existe no monte, Oiá mãe de nove filhos, Oiá chega como a água e é convertida em animal selvagem, possuidora de bênçãos, encha o povo. Oh nós te saudamos guerreira ancestral forte!)
Responder - Epa heyi! (Saudamos a guerreira ancestral forte!)

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T - Ado ado a sè máa ado sè dê l’Oujá (A comida feita com pipoca, a comida nós cozinhamos sempre, comida cozinhamos, chega e utiliza-a Oiá)
R - Ado ado a sè máa ado sè dê l’Oujá (A comida feita com pipoca, a comida nós cozinhamos sempre, comida cozinhamos, chega e utiliza-a Oiá)
T - A pàra jeum ado ké (Ela de repente come um pouco de comida)
R - Oya!
T - Oya sè jeum ado ké (Oiá cozinha, come um pouco de comida)
R - Oya!
T - Oya p Oya p Oya p eu ké (Oiá mata, rompe a mata, aparece e corta)
R - A pàra jeun asèje Oya p eu ké (Ela de repente come um pouco de comida com feitiço, Oiá rompe a mata, aparece e corta)
T - Á má yà, má yà, má yà, já’yò já’yò á má yà mu sè ké bá já’yò já’yò (Venha não se desvie, não se desvie, consiga alegria, cozinhe, corte, encontre e consiga alegria)
R - Á má yà, má yà, má yà, já’yò já’yò á má yà mu sè ké bá já’yò já’yò (Venha não se desvie, não se desvie, consiga alegria, cozinhe, corte, encontre e consiga alegria)
T - Obè ré sè máa nisé ou (Na sua cozinha sempre tem trabalho)
R - Oya d’oko obè sè ou (Oiá amarra seu marido lhe cozinhando ensopado)
T - Obè ré sè Oya ní jà ou (Na sua cozinha, Oiá tem trabalho)
R - Oya d’oko obè sè ou (Oiá amarra seu marido lhe cozinhando ensopado)
T - Oya níre obè ré sè ká ri dê Ògún (Oiá tem boa sorte, na sua cozinha recolhe-o, olhe, chega Ogum)
R - Oya níre obè ré sè ká ri dê Ògún (Oiá tem boa sorte, na sua cozinha recolhe-o, olhe, chega Ogum)
T - Obè ré sè ká ri dê Ògún (Na sua cozinha recolhe-o, olhe, chega Ogum)
R - Oujá níre w’adé wá (Oiá tem boa sorte, vem a coroa, vem)
T - Oujá má wé ru chá (Oiá não cobre a cabeça)
R - Obè sè orò koro (Ensopado na cozinha se vê em opulência)
T - Kan’ lù’lù dê (Cheio de sabor e o povo chega)
R - Àwo ro omi nem là òrò (Serve um jarro de água, é salvação espiritual)
T - Olomi láyò, olomi o yà wá màá kérè kérè kérè wélé wélé wá eu (Proprietária das águas te regozije, proprietária das águas que vão dividindo-se, vem sempre e junta, junta os prêmios, lentamente vem, aparece)
R - Olomi láyò, olomi o yà wá màá kérè kérè kérè wélé wélé wá eu (Proprietária das águas te regozije, proprietária das águas que vão dividindo-se, vem sempre e junta, junta os prêmios, vem, aparece)
T - Ao ri Yànsán éèdì o yà, ao ri Yànsán éèdì o yà, ao ri Yànsán éèdì o yà, erúnmalè e mòdí bádù (Nós a vemos Iansã, o dano [feitiço] vai desviar espírito de luz, você conhece a origem do feitiço e luta com quem o enviou)
R - Ao ri Yànsán éèdì o yà, ao ri Yànsán éèdì o yà, ao ri Yànsán éèdì o yà, erúnmalè e mòdí bádù (Nós a vemos Iansã, o dano vai desviar espírito de luz, você conhece o origem do feitiço e luta com quem o enviou)
T - Oujá’ k’lù’lú, Yànsán s’enem ebo (Oiá com a vara golpeia o povo, à Iansã a gente faz oferenda)
R - Oujá’ k’lù’lú, Oujá s’eni ebo (Oiá com a vara golpeia o povo, à Oiá a gente faz oferenda)
T - Wá màá’nà màá nà dê l’oke (Vem sempre se manifestando, sempre se manifestando chega da montanha)
R - Ao ri Yànsán éèdì o yà (Nós a vemos Iansã, o feitiço vai desviar)
T - Ògún mélò mélò dê’wu? (Ogum quanto, quanto perigo chega?)
R - Ao ri Yànsán éèdì o yà (Nós a vemos Iansã, o feitiço vai desviar)
T - Òní rà elù ota wa ou! (Hoje repara, golpeia nossos inimigos)
R - Ao ri ou òní rà òbe sei ou! (Vemos-lhe reparando hoje, faça-o com a espada)
T - Elù ota wa ou! (Oh!Golpeia nossos inimigos)
R - Ao ri ou òní rà òbe sei ou! (Vemos-lhe reparando hoje, faça-o com a espada)
T - Elù meu ota ou! (Oh! Golpeia meus inimigos)
R - Ao ri ou òní rà òbe sei ou! (Vemos-lhe reparando hoje, faça-o com a espada)
T - Èbi yà odo wa Oujá dê èbi yà odo wa Oujá dê, Yànsán-Oya e pé èbi yà odo wa Oujá dê (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que o ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Iansã-Oiá chame-a, que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá)
R - Èbi yà odo wa Oujá dê èbi yà odo wa Oujá dê, Yànsán-Oya e pé èbi yà odo wa Oujá dê (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que o ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Iansã-Oiá chame-a, que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá)
T - Èbi a odo a Oya dê èbi a odo a Oya dê, èlè wá rà èpé èbi yà odo wa Oujá dê (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que a ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Que a espada venha reparar a maldição e a ofensa apartando-nos! Ah nosso rio Oiá, chega!)
R - Èbi a odo a Oya dê èbi a odo a Oya dê, èlè wá rà èpé èbi yà odo wa Oujá dê (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que a ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Que a espada venha reparar a maldição e a ofensa apartando-nos! Ah nosso rio Oiá, chega!)
T - Àsà sei wà àdé! (A tradição faz com que exista a coroa!)
R - Àdé wá aiyé (Coroa vem ao mundo)
T - A! káà téra wè (Afrouxemos nossos corpos para o banho)
R - Àdé wá aiyé (Coroa vem ao mundo)
T - Abádò òrò kó Yànsán a dupé òrò kó màá ré jó (O espírito eterno recolhe Iansã, nós lhe agradecemos a riqueza que recolhemos continuamente e que aumenta dançando)
R - Abádò òrò kó Yànsán a dupé òrò kó màá ré jó (O espírito eterno recolhe Iansã, nós lhe agradecemos a riqueza que recolhemos continuamente e que aumenta dançando)
T - Ògún là ká padò Yànsán! (Ogum salva e corta, retorna Iansã)
R - Òrò kó meu yányán Oujá (Oiá recolhe completamente meu espírito)
T - Yànsán lè p fúù hei (Iansã pode levantar e matar com sua voz [o som do vento])
R - E p! (A senhora mata!)
T - Ògún ké lè p’altar (Ogum corta, pode matar o corpo)
R - E p! (O senhor mata!)
T - Yànsán kun Ògún (Iansã divide Ogum)
R - E p! (A senhora mata!)
T - Ògún kun Yànsán (Ogum divide Iansã)
R - E p! (O senhor mata!)
T - Ògún lépa’ kú yé (Ogum afasta a morte, por favor)
R - E p! (O senhor mata!)
T - Wélé wélé b’èyí kò (Brandamente, lentamente como isto não!)
R - Oya wélé wélé b’èyí kò (Oiá brandamente, lentamente como isto não!)
T - Ògún òré pé lhe (Ogum chama a estabelecer a amizade)
R - Òré pé! (Uma amizade completa)
T - Sou rò rò oke meu laiyà yá, omi nem laba lò kí l’Oujá (Cuida que caia água do alto de seu peito, logo a água no lar se usa, nos visite Oiá)
R - Sou rò rò oke meu laiyà yá, omi nem laba lò kí l’Oujá (Cuida que caia água do alto de seu peito, logo a água no lar usa, nos visite Oiá)
T - Oujá k’ àrá boro ko (Oiá corta o trovão, estreita o relâmpago)
R - Oujá d’oko Oujá nísé (Oiá chega à plantação, Oiá tem trabalho)
T - Ekó deu eko ou ní’ kó ró (Ensina a jovem a fazer o ecó, você tem que ensinar as tarefas
femininas)
R - Oujá d’oko Oujá nísé (Oiá chega à plantação, Oiá tem trabalho)
T - Oya e e e e ! (Ê Oiá)
R - Oya e e e e ! (Ê Oiá)
T - Oya e yé aiyé ! (Por favor! Vida, Oiá)
R - Oya e yé aiyé ! (Por favor! Vida, Oiá)
T - F’ara Ògún fara Ògún fara bá ìsé rò èrò (Usa o corpo Ogum, usa o corpo, passa ao trabalho e pensa em solução)
R - F’ara Ògún fara Ògún fara bá ìsé rò èrò (Usa o corpo Ogum, usa o corpo, passa ao trabalho e pensa em solução)
T - Ògún aláiyé! (Ogum dono de vida)
R - Fara Ògún fara (Usa o corpo Ogum, usa o corpo)
T - Fara Ògún ló Oya (Usa o corpo Ogum, você que tem Oiá)
R - Oya’ níre (Oiá proprietária de bênçãos)
T - Oya meu másé o yá Oya meu másé o yá l’òrun bè wò (Oiá não me faça ir logo ao céu, rogo que me cuide)
R - Oya meu másé o yá Oya meu másé o yá l’òrun bè wò (Oiá não me faça ir logo ao céu, rogo que me cuide)
T - Àkàrà lè yí lè yí abo f’ohùn òrìsà l’òrun dê ou (Força que pode transformar a mulher com voz de Orixá no céu, chega)
R - Àkàrà lè yí lè yí abo f’ohùn òrìsà l’òrun dê ou (Força que pode transformar a mulher com voz de Orixá no céu, chega)
T - Á d’okun o mò yio á d’okunlá se jó àse nsùn là se jó Oya màá chá wò (Vem do mar conhecer sua força selvagem, vem do grande mar fazer o festejo, o poder que está abraçando, aparece e faz festa Oiá, sempre te manifestando por todos lados, nos cuide)
R - Á d’okun o mò yio á d’okunlá se jó àse nsùn là se jó Oya màá chá wò (Vem do mar conhecer sua força selvagem, vem do grande mar fazer o festejo, o poder que está abraçando, aparece e faz festa Oiá, sempre te manifestando por todos lados, nos cuide)
T - Oujá dê’ lú yá, Oya dê’lú yá l’Òrun bè wò Oya dê’ lú yá (Oiá chega ao povo logo, no céu roga e cuida, Oiá chega logo ao povo)
R - Oujá dê’ lú yá, Oujá dê’lú yá Oujá dê’ lú yá (Oiá chega logo ao povo)
T - Lòrun bè wò (No céu roga e cuida)
R - Oujá dê’ lú yá (Oiá chega logo ao povo)
T - E lò ire èp rà màá ou, e o ire èp rà tó (Oh! Use o poder de sua jarra medicinal, repare sempre, use o poder de sua jarra medicinal repare e que assim seja!)
R - E lò ire èp rà màá ou, e o ire èp rà tó (Oh! Use o poder de sua jarra medicinal, repare sempre, use o poder de sua jarra medicinal repare e que assim seja!)
T - Erun dê Oujá d’oko ero (Chega Oiá da plantação com o carvão medicinal)
R - Erun dê Oujá d’oko èrò (Chega Oiá da plantação com o carvão medicinal)
T - Oujá d’oko (Oiá da plantação)
R - Èrò èrò ! (Solução, remédio!)
T - Ou bí là yà ou bí là yà! (Você nasce, abre-te e te divide!)
R - Oujá má ké kekere (Oiá não corte a boa sorte)
T - Sàngó l’Oya ! (Xangô tem Oiá)
R - Òkerè kéré wé esè (Na distância pequena deixa seu rastro)
T - Oya Oya Oujá ní’ gódò, Oya ní’ gódò sá padà ní gódò (Oiá, Oiá, Oiá tem sua morada no rio, corre, retorna que tem sua morada no rio)
R - Oya Oya Oujá ní’ gódò, Oya ní’ gódò sá padà ní gódò (Oiá, Oiá, Oiá tem sua morada no rio, corre, retorna que tem sua morada no rio)
T - Kò mò l’oko mò l’ode? Kò mò l’oko mò l’Oya? Kò mò l’oko mò l’ode? Kò mò l’oko mò l’Oya? Oya bádé sei! (Não entende que tem um marido caçador? Não entende que tem um marido que sabe o que é ter Oiá? Oiá retorna com ele, faça-o!)
R - Kò mò l’oko mò l’ode? Kò mò l’oko mò l’Oya? Kò mò l’oko mò l’ode? Kò mò l’oko mò l’Oya? Oya bádé sei! (Não entende que tem um marido caçador? Não entende que tem um marido que sabe o que é ter Oiá? Oiá retorna com ele, faça-o!)
T - Àjà jagun áseni l’Oya seni l’Oya (Lutador acabe com a guerra, um inimigo desconhecido tem Oiá, um inimigo desconhecido a tem)
R - Àjà jagun áseni l’Oya seni l’Oya (Lutador acabe com a guerra, um inimigo desconhecido tem Oiá, um inimigo desconhecido a tem)
T - E ire Oya bó bò (Que Oiá tenha boa sorte, que escape e volte)
R - Oya yé a bè féra (Por favor Oiá, rogamos que faça vento)
T - Oya bó bò (Oiá escape e volte)
R - Oya yé, a bè féra (Por favor Oiá, rogamos que faça vento)
T - Onísàngó bà yìn yá Oya d’oko Àgànjú kabiyesi’lé onísàngó bà yìn (O sacerdote de Xangô se inclina rápido em louvor a Oiá que chega do campo com Aganju, sua alteza à casa, o sacerdote do Xangô se inclina em louvor)
R - Onísàngó bà yìn yá Oya d’oko Àgànjú kabiyesi’lé onísàngó bà yìn (O sacerdote do Xangô se inclina em louvor rápido a Oiá que chega do campo com Aganju, sua alteza à casa, o sacerdote do Xangô se inclina em louvor)
T - Oya má chá ou ariwo, àkàrà, oyin, já kó o (Oiá não estenda para fora seu barulho [trovão], consiga, recolha e use)
R - Oya má chá ou ariwo, àkàrà, oyin, já kó o (Oiá não estenda para fora seu barulho, consiga, recolha e use)
T - Ao ri Yànsán éèdì o yà, pàra óògún dê l’Oujá (Vemos Iansã desmanchando o feitiço, de repente o remédio chega à Oiá)
R - Ao ri Yànsán éèdì o yà, pàra óògún dê Oyà (Vemos Iansã desmanchando o feitiço, de repente o remédio chega à Oiá)

Ogum

Saudação:
Tamboreiro - Ajúbà Ògún abàgáàn méje olóde, Oníìre, Ògún alagbede, onirá, adìolá’ fim, Ògún dê, Ògún ye! (Respeitamos Ogum, aquele que tem sete partes idênticas nos subúrbios, rei do Irê, Ogum ferreiro, você é sigiloso, guardião da riqueza do palácio, chegue Ogum, salve Ogum!)
Responder - Ògún ye! (Salve Ogum!)

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T - Ògún tàlà b’odù Ògún tàlà Moore (Ogum do começo como os signos de Ifá, Ogum do começo engrandecido)
R - Ògún tàlà b’odù Ògún tàlà Moore (Ogum do começo como os signos de Ifá, desde o começo engrandecido)
T - Ògún Ògún fénem fè oní b’òla Ògún (Ogum gosta do trabalho hoje como amanhã Ogum)
R - Ògún Ògún fénem fè oní b’òla Ògún (Ogum gosta do trabalho hoje como amanhã Ogum)
T - Ògún loko meu loko! (Ogum usa a plantação, usa minha plantação!)
R - Òrò bè f’altar (Espírito rogo, use o corpo)
T - Ògún a rio, a rio l’okerè! (Ogum, nós lhe vemos ao longe)
R - Ògún a rio, a rio l’okerè! (Ogum, nós lhe vemos ao longe)
T - A má joko ní Ògún ou (Não caímos, temos Ogum)
R - Erúnmalè, a má joko ní Ògún ou, erúnmalè! (Espírito de luz, não caímos, temos Ogum, espírito de luz!)
T - Sàngó dê là, wá bájà sim Ògún ou, wá bájà sim yà òo (Xangô chega, aparece, oh! Vem lutar para Ogum, vem lutar para separar os preguiçosos [os que se sintam])
R - Sàngó dê là, wá bájà sim Ògún ou, wá bájà sim yà òo (Xangô chega, aparece, oh! Vem lutar para Ogum, vem lutar para separar os preguiçosos)
T - Ou Ògún orun odò wá má kónem èle, abògún wá ounà ijó wá jà meu bá ou! (Você, Ogum do rio, do céu, vem e não ensine a violência a seus seguidores que vem do caminho pra dançar, vem lutar me encontrando!)
R - Ou Ògún orun odò wá má kónem èle, abògún wá ounà ijó wá jà meu bá ou! (Você, Ogum do rio, do céu, vem e não ensine a violência a seus seguidores que vem do caminho pra dançar, vem lutar me encontrando!)
T - Ara Ògún orun odò! (Família do Ogum do rio, do céu!)
R - Arío, ara Ògún orun adò, arío! (Nós a vemos, família do Ogum do rio, do céu)
T - Erun dê oko èro èlò aga’ ré ou! (Oh! O carvão cobre o campo, peregrinação celestial, instrumento, trono de bênção!)
R - Erun dê oko èro èlò wà ga’ ré ou! (Oh! O carvão cobre o campo, peregrinação celestial, nosso instrumento de elevação à bênção!)
T - Ògún s’irin bò p k’oulha kó márájò, Ògún s’irin bò p k’oulha kó márájò, Ògún s’irin bò òrìsà Orí oko (Ogum forja o ferro, retorna a matar, recolhe as pedras sagradas, recolhe o viajante. Ogum forja o ferro e retorna, Orixá de cabeça e marido)
R - Ògún s’irin bò p k’oulha kó márájò, Ògún s’irin bò p k’oulha kó márájò, Ògún s’irin bò òrìsà Orí oko (Ogum forja o ferro, retorna a matar, recolhe as pedras sagradas, recolhe o viajante. Ogum forja o ferro e retorna, Orixá de cabeça e marido)
T - Ògún, Ògún a foríba (Ogum, nós lhe batemos cabeça)
R - Á mu ro á mu fé rere (Vem beber um gole, vem beber coisas boas)
T - Ògún, Ògún wá fá meu bá (Ogum vem, me encontre e me limpe)
R - Á mu ro á mu fé rere (Vem beber um gole, vem beber coisas boas)
T - Ògún Oníìre máa jà alágbedè (Ogum, rei do Irê, sempre luta pelo ferreiro)
R - Ògún omníra ouná isó kèrekè (Ogum de longe protege o caminho e a liberdade)
T - Ògún Oníìre máa jà alakoró! (Ogum, rei do Irê, sempre luta pelo chefe do povo)
R - Ògún omníra ouná isó kèrekè (Ogum de longe protege o caminho e a liberdade)
T - Só, só só! (Protege, protege)
R - Ògún omníra ouná isó kèrekè (Ogum de longe protege o caminho e a liberdade)
T - Ògún adé ìbà! (Ogum, coroa respeitada)
R - Adé p, Ògún fá rere (Coroa que mata, Ogum limpa as coisas boas)
T - Àdá ìbà, àdá ìbà! (Facão respeitado)
R - Adé p, Ògún fá rere (Coroa que mata, Ogum limpa o que é bom)
T - Ògún tàlà bá ìsòro a bè se Ògún! (Ogum, do começo do caminho soluciona os problemas, rogamos-lhe que o faça)
R - Ògún tàlà bá ìsòro a bè se ou! (Ogum, do começo do caminho soluciona os problemas, rogamos-lhe que o faça)
T - Ògún tàlà jó (Ogum dança do começo)
R - Ògún lài, Ògún lài, Ògún (Ogum manifesta-te)
T - Ògún òní rà wá ketù ebo (Ogum se redime, vem recolher a oferenda)
R - Ògún òní rà wá s’ékú ebo (Ogum se redime, vem preparar a oferenda)
T - Meu òrò ou tàlà dê erúnmalè (Minha riqueza chega do começo, espírito de luz)
R - Meu òrò ou tàlà dê erúnmalè (Minha riqueza chega do começo, espírito de luz)
T - Ògún tàlà dê tàlà Ògún (Ogum chega do começo, Ogum)
R - Meu òrò ou tàlà dê erúnmalè (Minha riqueza chega do começo, espírito de luz)
T - Òní rò opé, òní rò opé, Ògún á níre òní rà wá chá wá Ògún á níre òní rà wá chá wá Ògún máa ilé (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum sempre pra casa)
R - Òní rò opé, òní rò opé, Ògún á níre òní rà wá chá wá Ògún á níre òní rà wá chá wá Ògún á níre (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum possuidor de bênçãos)
T - E Ògún meu bere (Ogum me submete)
R - Ara Ògún á níre (Ao corpo venha Ogum possuidor bênçãos)
T - E Ògún bere a máa (Ogum a se submeter venha sempre)
R -Ara Ògún á níre (Ao corpo venha Ogum possuidor bênçãos)
T - Ara nú arei ou, ara nú arei ou wá má fè kelè (Ao corpo lhe falta a coroa, venha não se descuide)
R - Ara nú arei ou Ògún dê! (Ao corpo lhe falta a coroa, que chegue Ogum)
T - E wá má fè kelè (Venha não se descuide )
R - Ara nú arei ou Ògún dê! (Ao corpo lhe falta a coroa, que chegue Ogum)
T - Ògún adémi ou! (Ogum é minha coroa)
R - Eléfà tàlà adémi ou! (Do começo minha coroa me atraiu)
T - E e ademi ou! (Você é minha coroa)
R - Eléfa tàlà adémi ou! (Do começo minha coroa me atraiu)
T - Ògún fara fara fara Ògún fara márájò (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
R - Ògún fara fara fara Ògún fara márájò (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
T - Oníìra opé, Oníìra opé, Ògún á níre Oníìra wá chá wá Ògún á níre Oníìra wá chá wá Ògún á níre (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum possuidor de bênçãos)
R - Oníìra opé, Oníìra opé, Ògún á níre Oníìra wá chá wá Ògún á níre Oníìra wá chá wá Ògún á níre (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum possuidor de bênçãos)
T - K’ lú’ lú (Enche o povo)
R - Ou yàn, a bè là mú jà (Você escolhe, nós rogamos que salve quem escolhe para a luta)
T - Ògún bé wò a yìn pàra Ògún àjo Ògún bé wò a yìn pàra Ògún àjo Ògún bá ga (Ogum corta e visita, nós elogiamos ruidosamente a Ogum, encontrando-o entre a multidão, Ogum passa soberbo)
R - Àdé wa rà wàrawàra àdé wá ra (Repara nossa coroa precipitadamente)
T - Kò yà kò yà kò yà Ògún dê yi á ko yà kò yà (Não se desvie, não se desvie Ogum, chegue resistente, venha e não desvie-se)
R - Kò yà kò yà kò yà Ògún dê yi á ko yà kò yà (Não se desvie, não se desvie Ogum, chegue resistente, venha e não desvie-se)
T - Dê yi, dê yi Ògun á bá ga Ògún dê yi (Chegue resistente Ogum, venha, passe soberbo, Ogum chegue resistente)
R - Dê yi, dê yi Ògun á bá ga Ògún dê yi (Chegue resistente Ogum, venha, passe soberbo, Ogum chegue resistente)
T - Lha lha lha sá yãnyãn Ògún tàlà jó sá yãnyãn (Dispara, lança, dispara, corre com as dificuldades, Ogum dança desde o começo do caminho, corre com as dificuldades)
R - Lha lha lha sá yãnyãn Ògún tàlà jó sá yãnyãn (Dispara, lança, dispara, corre com as dificuldades, Ogum dança desde o começo do caminho, corre com as dificuldades)
T - Ògún méje méje (Ogum se divide em sete)
R - Ara Ògún méje n’ Ire ou (O corpo de Ogum se divide em sete na cidade do Irê)
T - Tòní molé k’ewé tòní molé k’ewé tòní molé k’ewé olówuro (Desde hoje ocupa, constrói, corta ervas, dono da manhã)
R - Fara Ògún mo ìtan (Usa o monopólio Ogum, constrói uma história)
T - Ògún p rà yára Ògún o Ògún òní rà e ká s’àjo (Ogum mata, repara, rápido Ogum vai, Ogum hoje repara, você corta para o grupo de pessoas)
R - Prà yára Ògún o Ògún òní rà e ká s’àjo (Mata, repara, rápido Ogum vai, Ogum hoje repara, você corta para o grupo de pessoas)
T - Ògún fara fara fara Ògún fara márájò (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
R - Ògún fara fara fara Ògún fara márájò (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
T - Ògún dê yi aiyé aiyé (Ogum chega com tenacidade ao mundo)
R - Ògún dê yi onà isó (Ogum chega com tenacidade e protege o caminho)
T - Ògún òní rà aláse’ bo (Ogum hoje repara, dono do poder e da oferenda)
R - Ògún dê yi onà isó (Ogum chega com tenacidade e protege o caminho)
T - Ògún a bè ou Ògún onísé ou Ògún onísé ou Ògún onísé Ògún (Ogum nós lhe rogamos Ogum trabalhador, Ogum trabalhador)
R - Ògún a bè ou Ògún a onísé ou Ògún a onísé ou Ògún a onísé Ògún (Ogum nós lhe rogamos Ogum, nós os trabalhadores, Ogum)
T - Ògún máa ká máa ká kabiyesi l’abè ou (Ogum corta sempre, corta sempre, sua alteza real dono da espada)
R - Ògún máa ká máa ká kabiyesi l’abè ou (Ogum corta sempre, corta sempre, sua alteza real dono da espada)
T - Ògún èlè lái-lái Ògún eléfa lái là (Ogum a faca de folha larga lhe atrai para sempre, apareça)
R - E dê lái lái lái Ògún eléfa lái là (Chegue eternamente Ogum, atraído pela faca de folha larga, para sempre apareça)
T - E dê lái lái lái Sàngó e dê wè (Chegue eternamente Xangô, chegue a limpar)
R - E dê lái lái lái Sàngó e dê wè dê lái là (Chegue eternamente Xangô, chegue a limpar, chegue eterno, apareça)
T - Ògún òní rà Ògún lò rò (Ogum hoje repara, Ogum usa seu impulso)
R - Wá máà ké rè kèrekère Ògún lò rò (Vem, sempre corta o cansaço pouco a pouco Ogum,  você usa impulso)
T - Ògún Oníìre, Ògún lòró, Ògún dêem lò jà èpé Ògún Oníìre, Ògún lóró, Ògún dêem lò jà erúnmalè (Ogum é rei de Irê, Ogum usa seu impulso, Ogum cria, usa a luta, amaldiçoa, enfeitiça, Ogum cria e usa a luta com o espírito de luz)
R - Ògún Oníìre, Ògún lòró, Ògún dêem lò jà èpé Ògún Oníìre, Ògún lóró, Ògún dêem lò jà erúnmalè (Ogum é rei de Irê, Ogum usa seu impulso, Ogum cria, usa a luta, amaldiçoa, enfeitiça, Ogum cria e usa a luta com o espírito de luz)
T - Ògún dê aníre, íre íre Ògún lò akara de ou aníre íre íre Ògún lò (Ogum, chega possuidor de bênçãos, use Ogum a bênção, a bênção chegue força possuidora de bênçãos, Ogum use a bênção)
R - Ògún dê aníre, íre íre Ògún lò akara de ou aníre íre íre Ògún lò (Ogum, chega possuidor de bênçãos, use Ogum a bênção, a bênção chegue força possuidora de bênçãos, Ogum use a bênção)
T - A bè là mú jà, a bè là mú’rè (Rogamos que nos salve de ser apanhados pela luta, rogamos que nos salve de ser apanhados pelo cansaço)
R - A bè là mú jà òkerè ou! (Rogamos que nos salve de ser apanhados pela luta na distância)
T - Òkerè ou! (Na distância)
R - Aki sòro (Valente em luta difícil)
T - Fara riri má fara meu já, má fara meu já, má fara Ògún (Usa meu corpo que treme de medo, não destrua meu corpo, não destrua meu corpo Ogum)
R - Kóòro rò rò rò má fara meu já, má fara meu já, má fara Ògún (Completamente pensa-o, medita-o, não destrua meu corpo, não destrua meu corpo Ogum)
T - Ògún tàlà jó (Ogum dança do começo)
R - Ògún lài, Ògún lài, Ògún (Ogum manisfesta-te)