5 de abril de 2012

Iemanjá

Saudação:
Tamboreiro - Ajúbà Yemoja bosí, bunmi bomi, nàná borokun, délé ayaba omi odò’yá! (Respeitamos a Iemanjá que nutre a existência, nutridora da água e de mim, senhora que nutre de benção o mar, chegue à casa e reine, mãe da água do rio!)
Responder - Omi odò’yá! (Mãe da água do rio!) 

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Reza Orixá Iemanjá - Mp3
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T - Yemoja sélè olodò bàbà òròmi ou Yemoja elemí jà’lé ou bàbà òròmi ou (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio e do cobre, espírito da água Iemanjá proprietária de vida, luta pela casa, oh! Espírito do cobre e da água)
R - Yemoja sélè olodò bàbà òmeu rò ou Yemoja elemí jà’lé ou bàbà òròmi ou (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio e do cobre, espírito da água Iemanjá proprietária de vida, luta pela casa, oh! Espírito do cobre e da água)
T - Yemoja pàse ki pàse sùn, a Yemoja sei sùn, òrun awo a Yemoja sá èbá ao Osun’ dúpé wò bàbà òròmi ou (Iemanjá permite a visita, permite o abraço Iemanjá, nós fazemos as pazes com o adivinho do céu [Orumilaia]. Iemanjá, nós corremos à borda e agradecemos a Oxum por cuidar do ouro e dos espíritos da água)
R - Yemoja pàse ki pàse sùn, a Yemoja sei sùn, òrun awo a Yemoja sá èbá ao Osun’ dúpé wò bàbà òròmi ou (Iemanjá permite a visita, permite o abraço Iemanjá, nós fazemos as pazes com o adivinho do céu. Iemanjá, nós corremos à borda e agradecemos a Oxum por cuidar do ouro e dos espíritos da água)
T - Adósù mò gbé’ ke ara orò adósù mò gbé’ ke ara sé sùn (O iniciado que levou em sua cabeça um "osùu",  reconhece a elevação ao alto e a família espiritual, o iniciado reconhece a elevação ao alto e abraça a família)
R - Yemoja kún ara kún ara orò ou yà’dósù mò gbé dê altar orò (Iemanjá preenche a família espiritual, você separa os iniciados que entendem e se elevam chegando a ser família espiritual)
T - A fun lélè àsikò á mã là ire ou (Para nós vivermos na terra um tempo, temos sempre que pedir a bênção)
R - Èwó awo a bè wò ekún á má rà isou èwó awo a bèbè wò (As proibições do adivinho rogamos [que nos diga quais são], nós não sabemos como adivinhar os mistérios)
T - Elemí Òsum ìyá’gbára níire ou! (Proprietária de vida é Oxum, mãe poderosa, possuidora de
bênçãos)
R - Èwó awo a bè wò ekún á má rà isou èwó awo a bèbè wò (As proibições do adivinho rogamos, nós não sabemos como adivinhar os mistérios)
T - A dê èkó a bè l’èwó (Chegamos para aprender, nós rogamos saber os mistérios)
R - Èwó awo a bèbè wò (Rogamos ao adivinho observar os mistérios)
T - Orúnmilà oketsé oketsé ou yà ao ga jú Òsum là oketsé oketsé ou yà Òsun eléwé o (Orumilaia que vive nas alturas, nos permita olhar a Oxum, salvadora da região, nos permita ir em direção à rica Oxum, dono das ervas)
R - A ká òrò oketsé oketsé erò ao ga jú Òsum là oketsé oketsé erò ou yà eléwé o (Nós recebemos as palavras do alto e a solução que vemos, é que a Oxum nos salve com um remédio feito pelo poderoso dono das ervas)
T - Okè rè wa sei sùn ou! (Oh! No topo o cansaço e o sonho nos abraçam!)
R - Okè rè òrìsà (No topo aumenta o Orixá)
T - Okè rè ìyá jà bá ou! (Oh! No topo aumenta o esforço para nos encontrar mãe)
R - Okè rè òrìsà (No topo aumenta o Orixá)
T - Yemoja Ògún ofo rí lá bá’tà yá omi fò rí l’awo (Iemanjá e Ogum sonham com a perda e vão de encontro às águas  para conversar com o adivinho)
R - Yemoja Ògún ofo rí lá bá’tà yá omi fò rí l’awo (Iemanjá e Ogum sonham com a perda e vão de encontro às águas para conversar com o adivinho)
T - Yemoja, Ògún (Iemanjá, Ogum)
R - Awo’ rò (Conversa com o adivinho)
T - Yemoja bomi (Iemanjá dá alimento às águas)
R - Awo’ rò (Conversa com o adivinho)
T - Yemoja t’omi t’omi t’omi ou (Iemanjá das águas, das águas)
R - Á t’omi rè emí meu rè (Vem das águas aumentando a vida em meu espírito)
T - Ou yà Ode là bàbá èlè Yemoja Ògún là bàbá èlè (Iemanjá afasta Odé e salva-o do pai da espada Ogum, salva-o do pai da espada)
R - Ou yà Ode là bàbá èlè Yemoja Ògún là bàbá èlè (Iemanjá afasta o Odé e salva-o do pai da espada Ogum, salva-o do pai da espada)
T - Yemoja e là ou! (Oh! Iemanjá a senhora salva!)
R - Yemoja’ kè bá’tà bá’tà bàbá èlè (Iemanjá no topo fique contra, fique contra o pai da espada [Ogum])
T - ‘Kè seu nèné’ kè seu nèné, Yemoja e là okè bá Ode (Reme no topo mãe Iemanjá, a senhora salva no topo, encontre Odé)
R - ‘Kè seu nèné’ kè seu nèné, Yemoja e là okè bá Ode (Reme no topo mãe Iemanjá, a senhora salva no topo, encontre Odé)
T - Tò tò tò ou yà béènem’ kè ou yà béèni ou yà béèni’ kè (Segue, segue assim, você afasta no topo, afasta sim no topo)
R - Tò tò tò ou yà béènem’ kè ou yà béèni ou yà béèni’ kè (Segue, segue assim, você afasta no topo, afasta sim no topo)
T - Orò kún má ri’lé, orò kún má í o (Espírito chegue mas não alague a casa, espírito chegue e não se vá ainda)
R - Yemoja sélè olódò (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio)
T - Yemoja má ri’lé, Yemoja má í o (Iemanjá não alague a casa, Iemanjá não vá ainda)
R - Yemoja sélè olódò (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio)
T - Odò kún má ilé, odò kún má í o (Rio enche, mas não a casa, rio enche e não vá ainda)
R - Yemoja sélè olódò (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio)
T - Omo fìre èrè’ dê ou! Oumo fìré èrè’ dê ou, onà kún’ bè ou (Oh! Que o filho [Odé] por bênção se manifeste, que o filho por bênção se manifeste e preencha o caminho de súplicas)
R - Omo fìre èrè’ dê ou (Oh! Que o filho por bênção se manifeste)
T - Ounà kún’ bè ou (O caminho encha de súplicas)
R - Omo fìre èrè’ dê ou (Oh! Que o filho por bênção se manifeste)
T - Aná’ré wá, aná’ ré wá yèwo (Ontem uma história triste veio, ontem uma história triste veio e a examinamos)
R - Aná’ré wá, aná’ ré wá yé (Ontem uma história triste veio, ontem uma história triste veio e a entendemos)
T - Yè Yemoja aná’ ré wa yèwo (Iemanjá viveu ontem uma história triste e veio examiná-la)
R - Aná’ré wá, aná’ ré wá yé (Ontem uma história triste veio, ontem uma história triste veio e a entendemos)
T - Etu mã là didé, etu mã là didé, nlo burúkú ou kó’ sù nlá, etu mã là didé (Fia o tecido azul e branco que sempre aparece com a sua chegada, o grande Exu recolhe e leva embora a negatividade, fia o tecido azul e branco que aparece com sua chegada)
R - Etu mã là didé, etu mã là didé, nlo burúkú ou kó’ sù nlá, etu mã là didé (Fia o tecido azul e branco que sempre aparece com a sua chegada, o grande Exu recolhe e leva embora a negatividade, fia o tecido azul e branco que aparece com sua chegada)
T - Ou yà bá dilé ou yà bá dilé, nlo burúkú ou kó sù nlá, ou yá bá dilé (Te manifesta logo e chega à casa, o grande Exu recolhe e leva embora e negatividade, te manifesta logo e chega à casa)
R - Ou yà bá dilé ou yà bá dilé, nlo burúkú ou kó sù nlá, ou yá bá dilé (Te manifesta logo e chega à casa, o grande Exu recolhe e leva embora e negatividade, te manifesta logo e chega à casa)
T - Òní òpé õsà ire mã! (Agradecemos ao Orixá bendito sempre!)
R - Ebo òní òpé õsà ire mã ebo (Com oferendas agradecemos ao Orixá bendito, sempre com oferendas)
T - Bàrà odì, odì odì odì Bàrà (Bará fecha, fecha os obstáculos, fecha Bará)
R - Bàrà odì, odì odì òdí Bàrà (Bará fecha, fecha os obstáculos, fecha Bará)
T - Ògún bá rà’ ké bá rà’ ké bá rà bá yayò (Ogum, encontra, repara e corta, busca estar alegre)
R - Ògún bá rà’ ké bá rà’ ké bá rà bá yayò (Ogum, encontra, repara e corta, busca estar alegre)
T - Èmí r’emi ré k’èwé nlo burúkú rè k’ewé (Eu mesmo recolho as ervas, a negatividade está indo, aumento a coleta de ervas)
R - Èmí r’emi ré k’èwé nlo burúkú rè k’ewé (Eu mesmo recolho as ervas, a negatividade está indo, aumento a coleta de ervas)
T - Á mã kèrekère w’esè (Venha sempre gradualmente lavar as pernas e os pés)
R - Lànà rè wá (Abra o caminho e venha)

2 comentários:

  1. Qual a tradução da reza do axé de faca?

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    1. Oi Jo, infelizmente não conseguimos essa tradução.

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